sexta-feira, 6 de março de 2009

Fiquei impressionada...

 

Che bello ragazzo, bella voce. Molto bello! Pois bem, fiquei maravilhada com a coragem do gajo cantor.  Estava eu a procura de uma música para postar e, foi aí que no meio do caminho, encontrei alguém que me impressionou. Poxa, deveríamos acreditar mais em nós mesmos. Belo exemplo: )

Existem pessoas extraordinárias, pessoas dotadas de grande força, determinação e coragem. Eu amei, o gajo elaborou os efeitos especiais para o próprio clip. Vah lá, ele saiu da sala no meio da música. Pois, eu pensei que ele havia desistido, mas não,  logo depois ele voltou a cantar. Molto ingegnoso…

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE ME INSPIROU.

A SENSAÇÃO DO DIA.

Cada dia uma sensação um motivo um prazer e uma pedra no meio do caminho.
Cada caminho é uma sensação um motivo uma pedra e prazer no meio do dia.
Cada motivo um prazer uma sensação do caminho no dia em meio à pedra.
Cada prazer um dia de um motivo e a sensação de uma pedra no meio.
Cada pedra um motivo no meio do prazer e um dia de sensação.
Cada sensação uma pedra de um dia no prazer sem motivo.
Cada meio de um dia um motivo de sensação de prazer.

Nick.


_____________________________________________¬

TENHO QUE RIR A LITERATURA DESTE GRANDE ESCRITOR E POETA...


Ler é maravilhoso mesmo. A arte da literatura sempre

nos leva há um mundo de descobertas e emoção!

Esta aqui: No meio do caminho é só para nos fazer pensar.
"A língua lambe" e "A bunda, que engraçada". Eu não tive

coragem de expor aqui. As más línguas iriam me
mandar apedrejar. Vamos abrir as
nossas mentes. Isto aqui é arte;
A arte da literatura!!!

Lá vai a arte desse ilustre poeta:


Photobucket

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.
(1902-1987).


NO MEIO DO CAMINHO.

No meio do caminho

No meio do caminho tinha
uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida
de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

Drummond de Andrade.


PS. Drummond disse em entrevista que essa pedra nunca significou nada em sua vida, e que no dia em que escreveu a poesia, foi por motivo de abrir a porta de sua casa e visualizar a tal pedra no meio do caminho. Nada haver com inspiração ou filosofia. Haha-ha-ha...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

O AMOR EM QUESTÃO...

"O Banquete" de Platão. (428/27 – 347 a.C.). Trata-se de um banquete durante o qual alguns antigos atenienses tentam explicar o porquê do amor exercer tanto poder sobre a humanidade. Sócrates (outro convidado), expôs uma teoria que ficaria conhecida como: "Amor platónico". Desta forma, passamos a entender que a atração física não é uma forma pura e nobre para Sócrates. Se a nossa atração por um corpo em particular diminui, passamos a amar a beleza em sua amplitude. A beleza só se torna valiosa quando a enxergamos com os olhos do coração.

__Uhhh... Até eu fiquei emocionada. Snif... Snif...

PS. Se Sócrates estivesse vivendo no tempo deste século, ele iria descobrir que ninguém ama ninguém, só a si mesmo. Acho que ele morreria por asfixia. Eu fico triste, ser amado é tão bom.
Brincadeirinha... eu também amo o meu amor.

Fazer o quê? O jeito é filosofar a filosofia.

Nick.

sábado, 5 de julho de 2008

SILÊNCIO!...

No fadário que é meu, neste penar,
Noite alta, noite escura, noite morta,
Sou o vento que geme e quer entrar,
Sou o vento que vai bater-te à porta...


Vivo longe de ti, mas que me importa?
Se eu já não vivo em mim! Ando a vaguear
Em roda à tua casa, a procurar
Beber-te a voz, apaixonada, absorta!


Estou junto de ti, e não me vês...
Quantas vezes no livro que tu lês
Meu olhar se pousou e se perdeu!


Trago-te como um filho nos meus braços!
E na tua casa... Escuta!... Uns leves passos...
Silêncio, meu Amor!... Abre! Sou eu!...



Florbela Espanca.

CORAÇÃO ESPREMIDO...

terça-feira, 1 de julho de 2008

NUA...




Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa

Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem



Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim

Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer

Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais

Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim




Ana Carolina
Composição: Ana Carolina/vitor Ramil

domingo, 22 de junho de 2008

SINCERIDADE...

Sinceridade ainda existe,
ela não é qualidade abstrata.
Acredito nas pessoas sinceras,
por mais que doa,
arrebente,
machuque
ou magoe.

A sinceridade constrói:
amizades, amores, paixões...
Mas quando é enrustida,
provoca desilusões,
dessas que derrubam qualquer um
até o chão da mediocridade,
que vai além do solo material.

Sou dessas que caem,
todavia, sei levantar depressa.
Mesmo fraca, reconsidero a situação
e parto para ir em busca da solução:
Gente.
Eu sou carente de gente.
Nem todo ser humano é gente,
mas toda gente é ser humano.

Quando a racionalidade domina,
a névoa encobre a emoção de cada um,
e eu não vou encobrir a minha.
Procuro o equilíbrio,
dois e dois são quatro,
mas quatro são diferentes

É importante negar,
razão mal empregada só gera distúrbio.
O poder é emocional,
mas só chega ao poder
quem voa incessantemente da razão.
Por isso, a razão pura não me satisfaz.

Eu quero um pouco de tudo.
Eu não quero poder, quero respeito.
Eu não sou boba da corte intencionalmente,
apenas liberei aquilo que todos escondem,
liberei a minha personalidade.
Mostrei às pessoas algo que somente,
há tempos, eu mesma via no espelho

Eu sou por todos, às vezes, mais que por mim.
Sou pela diferença consciente
e pela igualdade de direitos e deveres.
Sou pela revolução dos costumes
e pela preservação da vida.
Não na mediocridade que se encontra,
mas na maravilha que ela é.

(autor desconhecido)

QUANDO EU PARTIR...

Quando vier a primavera
se eu já estiver morto,
as flores florirão da mesma maneira
e as árvores não serão menos verdes
que na primavera passada.

Sinto uma alegria enorme
ao pensar que a minha morte
não tem importância nenhuma.

Se eu soubesse que amanhã morria
e a primavera era depois de amanhã,
morreria contente,
porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo,
quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo.
E gosto porque assim seria,
mesmo que eu não gostasse.
Por isso se morrer agora,
morro contente,
porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão,
se quiserem.
Se quiserem podem dançar e
cantar a roda dele.
Não tenho preferências para
quando já não poder ter preferências.

O que for, quando for, é o que será o que é.

( Fernando Pessoa )

sexta-feira, 20 de junho de 2008

ELEGIA...

Que quer o vento?
A cada instante
Este lamento
Passa na porta
Dizendo: abre...

Vento que assusta
Nas horas frias
Na noite feia,
Vindo de longe,
Das ermas praias.

Andam de ronda
Nesse violento
Longo queixume,
As invisíveis
Bocas dos mortos.

Também um dia,
Estando eu morto,
Virei queixar-me
Na tua porta
Virei no vento
Mas não de inverno,
Nas horas frias
Das noites feias.

Virei no vento
Da primavera.
Em tua boca
Serei carícia,
Cheiro de flores
Que estão lá fora
Na noite quente.

Virei no vento...
Direi: acorda...


RIBEIRO COUTO

quarta-feira, 18 de junho de 2008

AUSÊNCIA...

Namorar é a forma bonita de viver um amor.
Não namora quem cobra nem quem desconfia.
Namora, quem lê nos olhos e sente no coração
as vontades saborosas do outro.


Namora, quem se embeleza em estado de amor.
Namora, quem suspira, quem não sabe esperar mas espera,
quem se sacode de taquicardia e timidez diante da paixão.
Namora, quem ri por bobagem, quem sente frios e calores
nas horas menos recomendáveis.


Não namora quem ofende, quem transforma
a relação num inferno, ainda que por amor.
Amor às vezes entorta, sabia?
E quando acontece, o feito pra bom faz-se ruim.
Não namora quem só fala em si e deseja o parceiro
apenas para a glória do próprio eu.


Não namora quem busca a compreensão
para a sua parte ruim.
O invejoso não namora. Tampouco o violento!
Namorados que se prezam têm a sua música.
E não temem se derreter quando ela toca.
Ou, se o namoro acabou, nunca mais dela se esquecem.


Namorados que se prezam gostam de beijo, suspiro,
morderem o mesmo pastel, dividir a empada, beber no
mesmo copo. Apreciam ternurinhas que matam de vergonha
fora do namoro ou lhes parecem ridículas nos outros.


Por falar em beijo, só namora quem beija de mil maneiras
e sabe cada pedaço e gostinho da boca amada. Beijo de
roçar, beijo fundo, inteirão, os molhados, os de língua,
beijo na testa, no seio, na penugem, beijo livre como o
pensamento, beijo na hora certa e no lugar desejado. Sem
medo nem preconceito. Beijo na face, na nuca e aquele
especial atrás da orelha, no lugar que só ele ou ela
conhece.


Namora, quem começa a ver muito mais no mesmo
que sempre viu e jamais reparou. Flores, árvores, a santidade, o perdão,

tudo fica mais fácil para quem de verdade sabe o que é namorar.
Por isso só namora quem se descobre dono de um lindo amor.


Só namora quem não precisa explicar, quem já começa a
falar pelo fim, quem consegue manifestar com clareza e
facilidade tudo o que fora do namoro é complicado.


Namora, quem diz: "Precisamos muito conversar"; e quem é
capaz de perder tempo, muito tempo, com a mais útil das
inutilidades e pensar no ser amado, degustar cada
momento vivido e recordar palavras, fotos e carícias com
uma vontade doida de estourar o tempo e embebedar-se de
flores astrais.


Namora, quem fala da infância e da fazenda das férias,
quem aguarda com aflição o telefone tocar e dá um salto
para atendê-lo antes mesmo do primeiro "trim". Namora,
quem namora, quem à toa chora, quem rememora,
quem comemora datas que o outro esqueceu.
Namora, quem é bom, quem gosta da vida,
de nuvem, de rio gelado e parque de diversões.


Namora, quem sonha, quem teima, quem vive morrendo de
amor e quem morre vivendo de amar.


(Artur da Távola).

terça-feira, 17 de junho de 2008

EXPERIÊNCIAS VIVIDAS...

Per amore...

Io conosco la tua strada, ogni passo che farai. Ie tue ansie chiuse e ivuoti, sassi che allontanerai. Senza mai pensare che come roccia lo rittorno in te ...Io conosco i tuoi respiri, tutto quello che non vuoi. Lo sai bene che non vivi. Riconoscerlo non puoi e sarebbe como se. Questo cielo in flamme, ricadesse in me. Come scena su un attore ...Per amore, hai mai fatto niente solo. Per amore hai sfidato il vento e urlato mai ? Diviso il cuore stesso, pagato e riscommesso. Dietro questa mania, che resta solo mia. Per amore hai mai corso senza fiato. Per amore, perso e ricominciato? E devi dirlo adesso quanto de ti ci hai messo. Quanto hai creduto tu in questa bugia. E sarebbe como se questo fiume in piena, risalisse a me. Como china al suo pittore. Per amore, hai mai speso tutto quanto la regione? Il tou orgoglio fino alpianto? Io sai stasera a resto non ho nessun pretesto, Soltando una mania, che è ancora forte e mia ...Dentro quest'anima che strappi via. E te lo dico adesso sincero con me stesso. Quanto mi costa non saperti mio ...E sarebbe como se tutto questo mare annegase in me...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

DEPOIS DE ALGUM TEMPO...

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, e se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que e se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

( William Sheakspeare)

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A BICICLETA QUE VOAVA...

Nada comparada àquela sensação de liberdade e aventura. Eu subi no ponto supino daquela rua, eu pude visualizar as asas da felicidade de ser livre. Respirei fundo e deixei meu corpo leve, forcei o pedal em umas três pedaladas estratégicas para tomar velocidade. Eu consegui o impossível. Um minuto, dois minutos, “UMA HORA” ? Eu nunca vou saber, só sei que eu estava voando. Inesperadamente houve uma complicação no sistema, eu senti medo de frear subitamente e sofrer um terrível acidente. Preferi ir até o fim, suportar todas as conseqüências da minha tão incrível aventura. Conclusão: Fui parar dentro da casa de umas pessoas que eu nunca tinha visto antes. Fiquei três semanas com dores e hematomas pelo corpo inteiro, e depois que fui descoberta, fiquei sem poder usar a minha bicicleta que voava.

Um dia eu voei.

Nick.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

DECISÃO DE PARTIR...



Deixar um local, sair de algum lugar, ir-se embora, retirar-se.
Pôr-se a caminho com destino indeterminado. Nunca mais voltar.
Decisão única, intrínseco e irrevogável.

Há momentos na vida que não devemos olhar atrás!!!
Isso se chama: "AMOR PRÓPRIO", "AUTO- ESTIMA".

Adeus. Sê feliz com os teus.
Nunca mais Srª. Smith.

FIM.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

OBSERVANDO O TEMPO PASSAR...


Cansada e com insônia... preciso dormir.
Querido Deus, me faça dormir!!!

Nick.




quarta-feira, 28 de maio de 2008

A BAILARINA...

Vou ser a sua bailarina.
Vou me despir da tristeza.
Vou dançar na sua imaginação.
A noite da despedida.
A noite de todas as mentiras.

A noite do verdadeiro amor banido.
Alongas deveras ter me embriagado.
Eu estava acordada ou dormindo?
.

.
.Nick.

.

.
Vem...
dança na leveza desse sorriso que te veste.
Prolonga a noite numa valsa
dança e embala-me embriaga-me
faz-me acordar ou deixa-me
dormir embalado no teu perfume.

.

Canephora.


.

domingo, 25 de maio de 2008

Tribo Kayapós e o Direito Civil...

Devemos saber respeitar todas as raças, línguas, tribos e nações. Ao povo indígena seus direitos.
Meu apoio aos meus irmãos do Xingu.

Nick.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

AMOR I LOVE YOU...

Deixa eu dizer que te amo. Deixa eu pensar em você. Isso me acalma, me acolhe a alma. Isso me ajuda a viver. Hoje contei pras paredes. Coisas do meu coração. Passeei no tempo, caminhei nas horas. Mais do que passo a paixão. É um espelho sem razão. Quer amor, fique aqui. Deixa eu dizer que te amo. Deixa eu gostar de você. Isso me acalma, me acolhe a alma. Isso me ajuda a viver. Hoje contei pras paredes. Coisas do meu coração. Passeei no tempo, caminhei nas horas. Mais do que passo a paixão. É o espelho sem razão. Quer amor, fique aqui. Meu peito agora . dispara. Vivo em constante alegria. É o amor que está aqui. Amor I Love You "Tinha suspirado... tinha beijado o papel devotamente. Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades. E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas. Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido. Sentia um acréscimo de estima por si mesma. E parecia-lhe que entrava enfim. Numa existência superiormente interessante. Onde cada hora tinha o seu encanto diferente. Cada passo conduzia a um êxtase. E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações. "Amor I Love You". http://letras.terra.com.br/marisa-monte/47268/

(Marisa Monte).


quinta-feira, 15 de maio de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sentimento de liberdade.








Não penso em ser arrogante. Penso em uma nova consciência.

Livre para ser eu mesma, e não os outros...

Nick.